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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Novo Manual Operacional do Sistema Aeróbio de Lodo Ativado

 

Esse livro, que acaba de ser publicado na Amazon.com, no formato de manual, foi planejado para auxiliar gestores, supervisores, operadores e todos os interessados em conhecer as teorias, as tecnologias e as etapas envolvidas no processo de tratamento de efluentes líquidos.

Nele, os autores juntaram suas experiências e as informações mais importantes da literatura especializada para responder aos principais questionamentos que afligem o profissional na rotina operacional de uma estação de tratamento de efluentes pelo sistema de lodo ativado.

O livro pode ser adquirido nos formatos e-book ou brochura. 

Para saber mais clique aqui




segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Problemas de Salinidade no Tratamento Biológico de Efluentes

 Um dos pilares fundamentais do tratamento biológico é a sedimentação.  Por isso seu desempenho depende muito da qualidade da estrutura do lodo formado. Entretanto, o processo de tratamento - mais especificamente, referente ao sistema de lodo ativado - está sujeito a uma infinidade de fatores que podem causar instabilidade na formação e agregação dos flocos bacterianos e prejudicar o processo de tratamento de alguma forma.

Um desses fatores que impactam de maneira significativa e que tem sido pesquisado há um bom tempo é a salinidade dos efluentes que pode interferir na floculação e reduzir a eficiência da sedimentação e do desaguamento do lodo.


sexta-feira, 31 de julho de 2020

Monitoramento e Controle de Sólidos em ETE de Lodo Ativado

Uma das atividades mais importantes dentro de uma ETE de lodos ativados é o monitoramento e controle das variáveis relacionadas aos diversos tipos de sólidos presentes ao longo do sistema de tratamento biológico.

O controle no efluente tratado é feito principalmente para atender exigências de caráter legal – como as resoluções estaduais e federais – e para garantia da qualidade e eficiência do tratamento dentro do processo. Veja a seguir os procedimentos sugeridos para a realização de um bom controle da biomassa nos reatores e clarificadores secundários.


sábado, 27 de junho de 2020

A Importância do Controle de Sólidos no Tratamento Biológico

É indispensável o controle de sólidos na rotina operacional de uma estação de tratamento de efluentes. E o mais importante: para que se alcance a necessária eficiência no tratamento com o máximo de economia, os parâmetros de controle de sólidos devem ser acompanhados com bastante critério.

A implantação desse sistema não é cara e promove excelentes resultados. É uma ótima ferramenta que auxilia na detecção de futuros problemas e na tomada de ações corretivas no processo.

terça-feira, 30 de abril de 2019

A Importância do Controle de pH no Tratamento de Efluentes


O sistema de tratamento biológico de efluentes já foi abordado por nós com foco na retirada de sólidos do sistema em seus vários níveis de tratamento. Agora voltamos a abordar todo o processo, explorando algumas de suas principais variáveis, como pH, temperatura, fornecimento de nutrientes e oxigênio dissolvido.

Nesse primeiro blog da série, vamos nos deter as questões relacionadas ao controle de pH ao longo de todo o processo de tratamento.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Proposta de inserção de MBR em estação de tratamento de efluentes visando o reúso

Preenchemos outubro com boas atividades, além daquelas que já compõe nossa rotina. Primeiramente, fomos prestigiar o maior encontro de Saneamento Ambiental das Américas, o Congresso ABES/FENASAN 2017 que aconteceu entre os dias 2 e 6, em São Paulo, onde pudemos rever alguns colegas, conhecer outros profissionais e prestigiar as grandes empresas do setor. Depois, para fechar o período com chave de ouro, estivemos também no 50º ABTCP Congresso Internacional de Celulose e Papel, que ocorreu entre os dias 23 e 25 últimos, também em São Paulo, onde apresentamos um paper denominado “ESTUDO DE CASO: MODIFICAÇÕES EM UMA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES VISANDO O REÚSO”.

Nós, os autores do paper, José Leonardo Cardoso da Biotrakti, David Charles Meissner da DCMEvergreen e o biólogo Ademir Leite Araújo, desenvolvemos um estudo que propõe a inserção de um processo de MBR para produção de água de reúso dentro do processo industrial em uma ETE do lodo ativado tipo Attisholz já existente.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Tratamento Terciário de Efluentes.

Este é o quarto e último artigo da série iniciada em agosto. Nele são apresentadas algumas importantes considerações sobre o tratamento terciário. Neste nível de tratamento ocorre o polimento do efluente para retirada dos poluentes que resistiram aos tratamentos anteriores, como os sólidos filtráveis restantes na forma de matéria orgânica, organismos patogênicos, compostos não biodegradáveis, nutrientes como o fósforo e nitrogênio, metais pesados, etc.

Conforme a necessidade, seja para atender a legislação, preservar a qualidade das águas dos mananciais ou ainda para fazer reúso, dependendo do tipo de poluente e do grau de depuração desejada, o tratamento terciário poderá incluir diversas etapas que se classificam em dois principais tipos, ou seja, tecnologias de transferência de fase ou tecnologias destrutivas (Fogaça, Jennifer Rocha Vargas. Tratamentos Terciários de Efluentes).  Na primeira, o poluente passa da fase líquida para fase gasosa ou sólida, podendo daí ser veiculado para a atmosfera ou separado como resíduo sólido, como no caso da adsorção por carvão ativado. Na outra, o poluente é oxidado até completa mineralização. 


Dentro dessa classificação, serão apresentados em breves tópicos, os principais tratamentos físico-químicos avançados mais utilizados na indústria como sendo tratamento complementar ou terciário de efluentes.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Tratamento Secundário de Efluentes.

O tratamento secundário de efluentes é empregado para remoção do material biodegradável por ação de micro-organismos, seja em lagoas de estabilização ou aeradas, filtração biológica aeróbica ou anaeróbica, reatores anaeróbios ou sistema de lodos ativados. O material biodegradável retirado neste nível de tratamento corresponde aos sólidos em suspensão e parte dos sólidos filtráveis do efluente.

Sistema Convencional de Lodos Ativados:

Para desenvolver o tema, escolhemos fazer uma breve descrição do sistema convencional de lodos ativados, tanto devido sua grande utilização nas indústrias da região e nos grandes centros urbanos, como também devido a simplicidade do princípio biológico que se aplica a esse processo.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Controle de Sólidos em Sistema Aeróbio de Lodo Ativado


Hoje iremos nos ocupar com as características básicas do lodo ativado do tratamento biológico de efluentes, seja  industrial ou esgoto doméstico. Veremos também como essas características estão relacionadas com os indicadores de processo.
Peraí, mas o que é lodo ativado? -  Pergunta alguém que acaba de chegar.
O lodo ativado é o lodo adensado no fundo do decantador secundário. Ele normalmente é constituído por bactérias ativas capazes de assimilar mais matéria orgânica. Por isso, uma estação de tratamento biológico de efluentes por lodo ativado tem a recirculação de lodo, que devolve para o reator (tanque de aeração) parte da biomassa concentrada e ativa que poderá consumir cargas maiores de DBO. Esse é o princípio básico do sistema de lodo ativado. Para saber mais click em  lodo ativado.
esquema do lodo ativado

A BIOTRAKTI é uma empresa paulista, situada no Vale do Paraíba, que atua em todo o Brasil, no segmento de engenharia, projetos, consultoria, e serviços de tratamento de água, efluentes industriais e resíduos sólidos em geral.

A BIOTRAKTI está capacitada para criar soluções de engenharia, de meio ambiente e operacionais, em atendimento às metas ambientais de sua empresa.